Para Sentir

“Só devemos dizer aquilo que o coração pode testificar mediante atos sinceros, porque, de outra forma, as afirmações são simples ruído sonoro de uma caixa vazia.”

Texto extraído do livro BOA NOVA, Lição 10 – O Perdão - Psicografia de Francisco Cândido Xavier, por Humberto de Campos

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Ação de Paz

No teu círculo de amigos não faltam aqueles que cultivam a violência, a arrogância, o espírito perturbador...

Bulhentos, irrequietos, gostam de promover desordens sempre armados contra tudo e todos.

Cuidado com eles!

Aconselham a anarquia, estimulam as arruaças, encorajam a malquerença.

Não te inspires na sua poluição mental, responsável pelo seu comportamento alienado.

Trata-os com gentileza, no entanto, poupa-te à sua convivência malfazeja.

Eles são cansativos pela instabilidade e exaurem aqueles que os cercam, em razão da agressividade em que se debatem.

Há quem aconselhe revide a qualquer ofensa; reproche a toda insinuação; respostas ácidas às provocações...

O fogo não se acaba, quando se lhe atira combustível.

Assim também acontece com o mal.

A única alternativa é a que decorre da ação do bem, que apaga as labaredas da violência e estabelece a paz na qual o progresso se firma.

És instrumento da vida, para a tua e a felicidade geral.

Esparze alegria, sem fomentar o pandemônio.

Irradia dignidade, sem carantonha ou simulação sisuda.

Favorece a paz, sem pieguismo ou receio da perturbação.

Tua realidade íntima, tua forma de vida pessoal.

Vive em paz, e apazigua todos quantos se acerquem de ti.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Reclamações e Queixas

Lenta, mas, sistematicamente, vai-se arraigando na personalidade do homem o hábito infeliz da queixa e da reclamação.

Insubordinado, em razão da predominância dos próprios instintos agressivos, o indivíduo sempre encontra motivos para apresentar-se insatisfeito.

Saúde ou doença, trabalho ou desemprego, alegria ou tristeza, calor ou frio, servem-lhe sempre de pretexto para queixar-se, para reclamar...

Instala-se, esse vício, fixando-se no comportamento, que se torna azedo e desagradável, ao tempo em que fomenta distonias íntimas, neuroses, abrindo campo para que se originem diversas enfermidades.

O queixoso padece de hipertrofia da esperança e do otimismo.

Atrai a desdita e sintoniza com amargura, passando a sofrer aquilo de que aparenta desejar libertar-se.

Para quem deseja encontrar, nunca faltam motivos de queixas e reclamações.

*

Estabelece, no teu cotidiano, o compromisso de solucionar dificuldades, ao invés de gerá-las, ou complicá-las quando se te apresentem.

Silencia o queixoso, propondo-lhe fazer o melhor que lhe esteja ao alcance em detrimento do tempo perdido em reclamações.

O azedume responde pela idéia malsã de tudo ver de forma negativa, engendrando mecanismos de falso martirológio.

O queixoso, normalmente, gosta da indolência e se compraz no pessimismo.

Põe sol e beleza nas tuas paisagens, passando de uma para outra área de ação sem o fardo do mau humor, efeito de algo desagradável que por acaso tenha-te acontecido na anterior.

Quem sabe confiar e trabalha, sempre alcança a meta que busca.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Pensamentos

A ação do pensamento sobre a saúde é incontestável.

Vejamos alguns exemplos:

a ansiedade estimula a secreção de adrenalina, que sobrecarrega o sistema nervoso e o descontrola;

o pessimismo perturba o aparelho digestivo e produz distúrbios gerais;

o medo, a revolta, são agentes de úlceras gástricas e duodenais de curso largo.

Da mesma forma, a tranqüilidade, o otimismo, a coragem, são estimulantes que trabalham pela harmonia emocional e orgânica, produzindo salutares efeitos na vida.

O homem se torna o que pensa, portanto, o que quer.

Os pensamentos emitidos atraem ou sintonizam outros semelhantes, nas mesmas faixas de ondas mentais por onde transitam as aspirações e os estados psíquicos de toda a Humanidade.

Adicionados a estes, temos as mentes dos desencarnados que se intercomunicam com os homens, vibrando nos climas que lhes são afins.

Acostuma-te a pensar de forma edificante.

Assume uma postura vitoriosa.

Atrai pensamentos salutares.

O cérebro é antena que emite vibrações e as capta incessantemente.

Irradia idéias do bem, do progresso, da paz, e captarás, por sintonia, equivalentes estímulos para o teu bem.

Quem pensa em derrota, já perdeu uma parte da luta por empreender.

Quem cultiva o insucesso, dificilmente enfrentará os desafios para a vitória.

A cada momento adicionas experiências novas às tuas conquistas.

A todo instante pensa corretamente e somarás força psíquica para o êxito da tua reencarnação.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Meditação

Reserva-te alguns minutos para a meditação antes de tomares atitudes, de assumires compromissos.

Os melhores conselhos que recebas são guias e não soluções.

Os teus problemas pertencem-te e a ti cabe solucioná-los.

Transferir responsabilidades para os outros é fugir ao dever.

Como não é justo que te acredites responsável por tudo, também não é correto que culpes os outros por todas as ocorrências infelizes que te alcancem.

Renovação moral é compromisso para já, e não para oportunamente.

Cada vez que postergas a ação dignificadora em favor de ti mesmo, as circunstâncias se tornam mais complexas e difíceis.

Em ti próprio estão as respostas para as interrogações que bailam em tua mente.

Aclimata-te ao silêncio interior e ouvirás com clareza as diretrizes para equacioná-las.

No dia-a-dia aprenderás a te encontrares, se o intentares sempre.

Um dia é valioso período de tempo, cheio de incidentes para serem resolvidos e rico de oportunidade para elevação pessoal.

Ganha cada momento, fazendo uma após a outra cada tarefa, e terminarás a jornada em paz.

Reflexiona, portanto, antes de agires, para que, arrependido, não venhas a meditar só depois.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Adversidades e Insucessos

Todos nos encontramos sujeitos ao que se convencionou chamar adversidade.

Uma tragédia, uma ocorrência marcante pela dor que produz, um acontecimento nefasto, a perda de uma pessoa querida, constituem infortúnios que maceram.

Prejuízos financeiros, danos morais, enfermidades catalogadas como irreversíveis, são adversidades desastrosas em muitas existências.

No entanto, se fosse encarada a vida sob o ponto de vista espiritual, o homem compreenderia a razão de tais insucessos e não se entregaria a desastres mais graves, quais a loucura e o suicídio, a fuga pelo álcool ou pelos tóxicos...

A existência física não transcorre qual nau sem rumo em mar encapelado.

Os atos anteriores e a conduta atual são-lhe mapa e rota para chegar ao destino pelo qual o indivíduo opta.

Realmente desastrosos são os males que se praticam em relação ao próximo, pois que eles irão fomentar as adversidades de amanhã, que são os inadiáveis resgates do infrator.

Trabalha para te impedires infortúnios, especialmente os atuais, que defluem da insensatez, da malversação de valores, da malquerença. Entretanto, se fores colhido por insucesso de qualquer natureza ou algum sinistro, assume um comportamento de equilíbrio e enfrenta-os com serenidade.

Tudo passa, às vezes, mais rápido do que se espera.

Contorna os danos causados e, se estiveres ferido no sentimento, confia no tempo, que te pensará a chaga, ajudando-te a sair do embate mais forte e com visão mais clara a respeito da vida.

Em qualquer circunstância, projeta-te mentalmente na direção do amanhã, vendo-te feliz como gostarás de estar.

Com essa imagem positiva avança, superando o primeiro momento inditoso e o próximo, passo a passo, e te surpreenderás vitorioso, no alvo almejado.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Necessário e Dispensável

O consumismo atual responde por muitos problemas.

As indústrias do supérfluo apresentam no mercado da vacuidade um sem-número de produtos desnecessários, que aturdem os indivíduos.

Estimulados pela propaganda bem elaborada, desejam comprar, mesmo sem poder, o que vêem, o que lhes é apresentado, numa volúpia crescente.

Objetos e máquinas que são o último modelo, em pouco tempo passam para o penúltimo lugar, até ficarem esquecidos em armários ou depósitos de coisas sem valor.

No entanto, se não fossem adquiridos, naquela ocasião, a vida perderia o sentido para quem os não comprasse.

Consumismo é fantasia, transferência do necessário para o secundário.

O consumidor que não reflete antes de adquirir, termina consumido pelas dívidas que o atormentam.

Muita gente faz compras, por mecanismos de evasão.

Insatisfeitas consigo mesmas, fogem adquirindo coisas mortas, e mais se perturbando.

Enquanto grande número de indivíduos se afogam no oceano do supérfluo, multidões inteiras não possuem o indispensável para uma vida digna.

Abarrotados, uns, com coisas nenhumas, e outros vitimados por terrível escassez.

São os paradoxos do século e do comportamento materialista-utilitarista da atualidade.

Confere a necessidade legítima, antes de te permitires o consumismo.

Coisas de fora não equacionam estados íntimos. Distraem a tensão por um momento, sem que operem real modificação interior.

Quando o excesso te visite, reparte-o com a escassez ao teu lado.

Controla e dirige a tua vontade, a fim de não seres uma vítima a mais do tormento consumista.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Calma para o Êxito

Em todos os passos da vida, a calma é convidada a estar presente.

Aqui, é uma pessoa tresvariada, que te agride...

Ali, é uma circunstância infeliz, que gera dificuldade...

Acolá, é uma ameaça de insucesso na atividade programada...

Adiante, é uma incompreensão urdindo males contra os teus esforços...

É necessário ter calma sempre.

A calma é filha dileta da confiança em Deus e na Sua justiça, a expressar-se numa conduta reta que responde por uma atitude mental harmonizada.

Quando não se age com incorreção, não há por que temer-se acontecimento infeliz.

A irritação, alma gêmea da instabilidade emocional, é responsável por danos, ainda não avaliados, na conduta moral e emocional da criatura.

A calma inspira a melhor maneira de agir, e sabe aguardar o momento próprio para atuar, propiciando os meios para a ação correta.

Não antecipa, nem retarda.

Soluciona os desafios, beneficiando aqueles que se desequilibram e sofrem.

Preserva-te em calma, aconteça o que acontecer.

Aprendendo a agir com amor e misericórdia em favor do outro, o teu próximo, ou da circunstância aziaga, possuirás a calma inspiradora da paz e do êxito.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Hora Vazia

Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.

Nesse espaço, a mente engendra mecanismos de evasão e delira.

Cabeça ociosa é perigo a vista.

Mãos desocupadas, facultam o desequilíbrio que se instala.

Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.

Se, por alguma circunstância, surge-te uma hora vazia, preenche-a com uma leitura salutar, ou uma conversação positiva, ou um trabalho que aguarda oportunidade para execução, ou uma ação que te proporcione prazer...

O homem, quanto mais preenche os espaços mentais com as idéias do bem, mediante o estudo, a ação ou a reflexão, mais aumenta a sua capacidade e conquista mais amplos recursos para o progresso.

Estabelece um programa de realizações e visitas para os teus intervalos mentais, as tuas horas vazias, e te enriquecerás de desconhecidos tesouros de alegria e paz.

Hora vazia, nunca!

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Conversações Infelizes

Naturalmente, porque estes são dias de insatisfação, as pessoas que de ti se acercam, trazem, quase sempre, comentários negativos e observações deprimentes.

Surgem, nas conversas, apontamentos depreciativos que chamuscam a honra alheia, quando não lhes atiram lama na conduta que invejam.

Intrigas urdem vinganças sórdidas, entre sorrisos e sarcarmos, gerando inquietação, soprando suspeitas ignóbeis.

Assuntos triviais tomam o tempo, e expressões chulas, com anedotário vulgar, entorpecem a razão, mantendo psicosfera doentia.

Quando te vejas envolvido pelo clima das conversações nefastas, muda de assunto, propõe tema diferente, conciliador, edificante, substituindo a vulgaridade e o pessimismo, que devem ceder espaço ao conhecimento da beleza e da verdade.

As conversas vis envenenam aqueles que as sustentam, enquanto vilipendiam vidas outras que padecem constrições e vivem situações difíceis buscando superá-las a contributo de muito sacrifício.

Seja tua a palavra de gentileza e de esperança em qualquer situação.

Entretece comentários respeitosos e educa os que te compartem as palavras, gerando otimismo e fraternidade a todo momento.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A Irritação

Ao sair do lar, defrontas os problemas da condução e do trânsito, na busca da tua oficina de trabalho.

Transportes abarrotados, pessoas rudes, multidões apressadas, violência pela disputa de lugares, ruas e avenidas movimentadas...

Se chove, emperra o trânsito e as dificuldades se ampliam.

Se faz sol, o calor produz mal-estar e as reclamações promovem aborrecimento.

Se dispões de veículo próprio, não te podes mover conforme gostarias, pelas vias de acesso, em congestionamento crescente.

Todos têm que chegar a tempo.

O relógio não pára.

Os que se atrasaram pretendem recuperar os minutos perdidos e atropelam os que estão ao lado ou à frente...

A irritação chega e se instala, perturbando-te e levando-te a competir também com os agressivos.

As buzinas produzem bulha, os semáforos te interrompem a marcha, e tudo parece estar contra os teus propósitos.

Mantém a calma.

Amanhã, propõe-te a sair de casa mais cedo.

A tranqüilidade de todo um dia, merece o teu investimento de alguns minutos.

Não te irrites, portanto, evitando os perigos da ira, que instala desequilíbrios graves que podes evitar.

Do livro “Episódios Diários”, Divaldo Pereira Franco Pelo espírito Joanna de Ângelis